Pesquisar este blog
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Ode ao fraco
Caminha só e a passos lentos, sente o corpo pesado e por isso segue arfando. Duvidas e culpa ofuscam seus pensamentos. Dos velhos erros, agora sem conserto, quase nada sabe. O caminho que escolheu é longo e assim como todos os outros não o levará a lugar algum. Ao longe só as imagens da vida que o deixou para trás e o doce som dos que o ajudaram a se tornar o que é agora. – Tenha sorte na vida, ela disse antes de partir. E ele agora imagina que grande sorte seria estar mais perto do fim. Pouco nasceu, ou pouco o fizeram? Do abismo ele se aproxima, do abismo ele se joga. Sente-se leve. Cantem ao fraco pois teve coragem na hora da morte.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário